Nos últimos anos, cada vez mais empresas estão substituindo as tradicionais cestas básicas pelos cartões de benefícios. A mudança não é por acaso: envolve economia, flexibilidade, menos burocracia e maior satisfação dos colaboradores.
Mas afinal, por que as empresas estão fazendo essa troca em massa?
A seguir, explicamos os 5 principais motivos por trás dessa decisão — e como isso impacta trabalhadores e empregadores.
O fim da cesta básica tradicional?
A cesta básica sempre foi vista como um benefício essencial, mas o modelo ficou defasado. Logística cara, desperdício de itens, falta de personalização e insatisfação dos funcionários aceleraram a busca por alternativas mais modernas.
É nesse cenário que entram os cartões de benefícios, aceitos em mercados, farmácias e até aplicativos de delivery.
Os 5 principais motivos que levam empresas a trocar cestas por cartões
Mais liberdade de escolha para o trabalhador
Nem todo colaborador consome os mesmos produtos.
Com o cartão, o funcionário escolhe o que realmente precisa — alimentação, itens de higiene, remédios ou produtos específicos da sua dieta.
Resultado: mais satisfação e menos desperdício.
Redução de custos operacionais para a empresa
Distribuir cestas envolve:
- Compra em grande volume
- Transporte
- Armazenamento
- Controle de estoque
- Risco de atrasos e perdas
O cartão elimina praticamente toda essa logística.
Resultado: menos custos fixos e menos dor de cabeça.
Menos burocracia e mais controle financeiro
Com cartões de benefícios, a empresa consegue:
- Definir valores exatos
- Acompanhar gastos
- Gerenciar tudo por plataforma digital
- Evitar fraudes e desvios
Além disso, o controle contábil e fiscal se torna muito mais simples.
Resultado: gestão mais eficiente e transparente.
Benefício mais moderno e valorizado pelo colaborador
O cartão é visto como mais justo e flexível do que uma cesta fechada.
Para muitos trabalhadores, ele funciona quase como um complemento de renda, ajudando no orçamento mensal.
Resultado: aumento da percepção de valorização do funcionário.
Adequação às novas regras trabalhistas e fiscais
Cartões de benefícios se encaixam melhor nas normas atuais, principalmente quando estruturados dentro do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).
Isso permite:
- Incentivos fiscais
- Menos risco jurídico
- Mais segurança para a empresa
Resultado: compliance e economia tributária.
O impacto real para o trabalhador
Para o colaborador, a troca pode significar:
Mais autonomia
Compra no mercado mais barato
Ajuste às necessidades da família
Menos desperdício de alimentos
Mas atenção: é essencial que o valor do cartão seja justo. Quando a empresa reduz o benefício na troca, o efeito pode ser negativo.
Conclusão
A troca da cesta básica pelo cartão de benefícios não é moda, é estratégia.
Ela reduz custos, simplifica a gestão e entrega algo que o trabalhador realmente valoriza: liberdade de escolha.
Para as empresas, é eficiência.
Para os funcionários, é dignidade e autonomia.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Empresas podem substituir cesta básica por cartão?
Sim. A legislação permite a substituição, desde que não haja prejuízo ao trabalhador e que o benefício esteja previsto em acordo ou política interna.
Cartão de benefícios conta como salário?
Depende do formato. Quando vinculado ao PAT, não integra salário e não gera encargos trabalhistas.
O trabalhador pode sacar o valor do cartão?
Não. O uso é restrito a estabelecimentos credenciados, conforme as regras do benefício.
Cartão substitui vale-alimentação?
Não necessariamente. Algumas empresas usam o cartão como benefício complementar, outras substituem totalmente a cesta.
O trabalhador pode recusar a troca?
Se o benefício não estiver garantido em convenção coletiva, a empresa pode alterar o formato, desde que não reduza o valor real do benefício.
