O iPhone Air foi lançado em setembro de 2025 como uma aposta da Apple para oferecer um iPhone ultrafino, leve e com design de destaque — “o mais fino já feito”, segundo a empresa.
Com espessura reduzida, corpo de titânio e chip potente (A19 Pro), o iPhone Air prometia ser um “meio-termo elegante” entre portabilidade e desempenho. No entanto, dados recentes mostram que o modelo não correspondeu às expectativas de mercado.
Segundo levantamento de mercado citado pela imprensa, as vendas alcançaram apenas ~⅓ do previsto, o que levou a empresa a reduzir drasticamente a produção semanas após o lançamento.
Entre os principais fatores para o baixo desempenho estão: preço relativamente alto (bem próximo da versão Pro), desempenho técnico aquém das expectativas de quem busca versatilidade — com cortes em funcionalidades como câmera traseira mais limitada — e o público optando por outros modelos da linha.
Por conta disso, a Apple teria decidido adiar a segunda geração do iPhone Air — que não deve ser lançada em 2026 como planejado, e pode só chegar em 2027.
Por que o iPhone Air não “pegou”: os pontos fracos segundo analistas
- Compromissos de design que sacrificaram recursos: para atingir a espessura ultrafina, o dispositivo teve de abrir mão de funções — como ausência de lentes ultra-wide e teleobjetiva na câmera traseira e apenas um alto-falante. Isso diminuiu o apelo técnico para muitos usuários.
- Preço muito próximo ao modelo Pro: começando em cerca de US$ 999 — apenas US$ 100 menos que o modelo Pro — o iPhone Air ficou “no limbo”: caro demais para quem busca simplicidade; pobre demais para quem quer desempenho total.
- Percepção de valor insatisfatória: o design ultrafino não foi suficiente para convencer muitos consumidores, que preferiram modelos mais equilibrados em câmeras, bateria ou custo-benefício.
- Confusão de posicionamento no portfólio da Apple: ele se sobrepôs a modelos já existentes, sem ocupar um “nicho” claro. Resultado: nem quem busca leveza/portabilidade — nem quem busca desempenho — se sentiu bem atendido.
Consequências para a Apple e para usuários
- A Apple reduziu a produção do iPhone Air drasticamente e adiou o lançamento de sua segunda geração — o que sugere que o modelo, ao menos na sua versão atual, não continuará tão cedo.
- Muitos consumidores migraram o interesse para outros aparelhos — modelos anteriores ou os mais completos da linha (como o iPhone 17 e versões Pro), como reflexo de busca por melhor custo-benefício ou recursos mais completos.
- Para quem pensa em comprar um iPhone agora, o desempenho decepcionante do Air serve como alerta: estética e design fino podem não compensar limitações técnicas ou preço elevado.
Perguntas frequentes (FAQ)
O que é o iPhone Air?
É a versão “ultrafina” da linha de smartphones da Apple lançada em 2025, com apenas 5,6 mm de espessura, corpo de titânio e chip A19 Pro.
Por que a Apple lançou um modelo tão fino?
Para oferecer um iPhone com design mais leve e portátil, focado em quem dá prioridade à ergonomia e estética.
Por que as vendas foram baixas?
Principais motivos: preço alto (muito próximo ao modelo Pro), cortes em recursos importantes (como câmera, áudio), e percepção de que não há bom custo-benefício frente aos demais modelos.
A Apple vai lançar um novo iPhone Air?
Sim — havia plano para 2026, mas esse plano foi adiado. A próxima versão está prevista, no momento, apenas para 2027.
Mesmo com vendas fracas vale a pena comprar?
Depende do que você busca: se o mais importante para você for leveza e design, talvez sim. Mas se busca câmera poderosa, bom áudio ou ótimo custo-benefício, os modelos mais completos da linha iPhone 17 (ou anteriores) podem fazer mais sentido.
